terça-feira, 14 de maio de 2013

Lanterna

Maísa - Arquivo pessoal de Daniela Delias

ela pede a lanterna do pai
para ver estrelas cadentes

a poesia não está nos livros
na palavra que corta e sangra
no silêncio que des/espera

talvez no quintal de Maísa
talvez na vida ali adiante

7 comentários:

António Eduardo Lico disse...

Bela poesia.

Adri Aleixo disse...

Estou tocada pela doçura e leveza...
Beijo, poeta querida!

Germano Xavier disse...

Está sempre dentro de um dentro.
Perfeito, Delias.
Lux.

Letícia Palmeira disse...

Boa sorte com o novo blog, Daniela.
Só vi agora.
Beijos.

E que venham outros livros.

Fred Caju disse...

Pode tirar o talvez, porque é certo que ali esteja.

Assis Freitas disse...

a poesia sempre reside na inocência: como nestes olhos de Maísa



cheiro/beijo

Primeira Pessoa disse...

tem mãozinha de pão, a maísa.

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