sábado, 22 de junho de 2013

Labirintos

"Desejo" 
Google - sem informação de autoria

esqueço o guarda-chuva
recolho os pratos, as flores
gemem de frio as sandálias

tonta, invento labirintos
nego as lonjuras da noite
transito órbitas improváveis

nas curvas de um ideograma
a musa estende o braço, a boca

há um nome dentro do meu nome
uma palavra que chamo minha

5 comentários:

António Eduardo Lico disse...

Bela poesia.
Bom fim de semana.

Daniel Moreira disse...

Lindo demais!!!
Bjo.

Assis Freitas disse...

de torar, poetinha

cheiro/beijo

Fernanda Baum disse...

Uma poesia mais linda que a outra. Parabéns Dani!

Germano Xavier disse...

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