domingo, 2 de junho de 2013

O doce a a pressa

Google - sem informação de autoria
Meu filho. Não é automatismo. Juro. É jazz do 
coração. É prosa que dá prêmio. Um tea for two 
total., tilintar de verdade que você seduz, 
charmeur volante, pela pista, a toda. Enfie a 
carapuça. 
E cante. 
Puro açúcar branco e blue.

Ana Cristina Cesar



um breve bater de pernas
derramaria o que resta
do doce e da pressa

um gole que bebesse o raso
um gesto que engolisse a boca
um gosto de ter entre os dentes
o sal a sede a fome o pão

no centro da mesa
um chá para dois

6 comentários:

Letícia Palmeira disse...

Puro açúcar branco e blue. Poucos entendem. Um gole raso. Um voo rasante.

Mauro Maciel disse...

É sempre bom vir aqui e encontrar renovação. Poesia que inspira. É sempre bom beber poesia, aumentar a sede em cada verso. Parabéns!

Assis Freitas disse...

porque o doce é tão fugaz
rápido, passageiro
ávido em ser ligeiro

beijo/cheiro

Tania regina Contreiras disse...


Um êxtase ler isso: o gole que faltava hoje! :-)

beijos,

Milene Cristina disse...

Um gosto doce e de querer mais. Adorei passar aqui. Beijos

Germano Xavier disse...

Verdade.

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