sexta-feira, 5 de julho de 2013

A medida das chuvas

Google - sem informação de autoria

molha a boca, os dedos
as sedes que te rondam o lábio

depois, à sombra
úmida, farta
estende-se

abrasa equívocos
digere contrários

3 comentários:

Germano Xavier disse...

Um tormento de beleza.

António Eduardo Lico disse...

Bela poesia.
Bom fim de semana.

Adri Aleixo disse...

Tenho que me repetir e dizer que adorei...

Beijos!!!

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