quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Coyoacán

Frida Kahlo - imagem sem informação de autoria

não dei pelo azul de casa e rio

também atravessava portas de vidro
veludo vestido coberto de ouro e sangue

eu e meus risinhos vermelhos
meu bailar sem peso algum


3 comentários:

António Eduardo Lico disse...

Bela poesia.

Primeira Pessoa disse...

todo bailar é leve, menina Daniela.
às vezes breve, é verdade.

persiste o azul.

Germano Xavier disse...

Sobre-peso.

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