terça-feira, 13 de maio de 2014

Nota IV




Google - sem informação de autoria

sopesar os vãos, os ardis
surpreender os vazios

escutar senão o gemido
dos vapores noturnos

alquebrar minhas lanças
recortar teus versos
atar à minha a tua deidade

desinventar 
a palavra amor

6 comentários:

Adri Aleixo disse...

Uma lindeza esse desinventar, Dani. Beijo!

priscilarode.com disse...

Teus poemas são incrivelmente suaves, Daniela. Gosto muito.

Eduardo Cardoso disse...

Sublime.

Adair Carvalhais disse...

Gostei do poema, Daniela.

abraços

Germano Viana Xavier disse...

Tudo atado como a solidão bonita de um pintor de rua andando pela noite.

Karine Tavares disse...

Parabéns pelo teu blog!
Vem conhecer o meu:
feitaparailetrados.blogspot.com

Postar um comentário