sexta-feira, 18 de julho de 2014

Janelas

Google - sem informação de autoria

uma vez mais olhamos
nos olhos da noite

desde aquele ombro
ao largo da consolação
a vida coabitava janelas
e corredores escuros

vez ou outra
eu abandonaria
o hábito do deserto


5 comentários:

Daniel Moreira disse...

Muito bom! um beijo

Gugu Keller disse...

Dizem aqui em São Paulo que a avenida Paulista é como o casamento... Começa no Paraíso e termina na Consolação.
GK

Adair Carvalhais Júnior disse...

Fazendo uma visita e gostando muito dos poemas.

Um abraço para você.

Nadine Granad disse...

Embarcando em seus versos ;)

Germano Viana Xavier disse...

Tempestade.

...de areia.

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