domingo, 6 de setembro de 2015

Espáduas

Google - sem informação de autoria



não é porque escrevo
que se erguem montanhas
ou pétalas caem
vertiginosamente
cobrindo ruas, espáduas

se olhar nos olhos da noite
verá quão selvagem seu silêncio
(e não é porque não escrevo)

aqui, onde dormem os animais
um festim de estrelas mortas
aqui, no escuro, o homem
esta pequena máquina
movida à espera

e algum petróleo

1 comentários:

Germano Viana Xavier disse...

O que dizer?
Mais um poema em máximo brilho!

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